segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Chaveamento impede Ubiratan e Operário de subirem juntos




















São 13 títulos.

10 do Operário, maior campeão estadual e três do Ubiratan, maior vencedor do interior.

Ambos estavam fora das competições profissionais.

Retornaram em 2013 pela segunda divisão.

Sonhavam – como os torcedores e a FFMS – em subir, e ainda sonham.

Mas não mais juntos.

É um ou outro.

O chaveamento ‘ingrato’ e o futebol colocará apenas um deles de volta à elite sul-mato-grossense. 

Ambos passaram de fase em primeiro em seus grupos, e agora brigam por uma vaga em outro.

A não ser que uma zebra do tamanho de Coxim ou Costa Rica atrapalhe os planos dos dois.

Os duelos entre os campeões possuem data e local marcado.

O primeiro, no dia 13 de outubro, estádio Morenão.

A volta, em 3 de novembro, no Douradão.

Atualmente a melhor campanha é do Leão.

São quatro jogos e quatro vitórias, oito gols marcados e um sofrido.

Aproveitamento de 100%.

O Galo se classificou com folga e também garantiu o primeiro lugar da chave.

Mas, tem campanha mais modesta.

Invicto, são sete pontos com duas vitórias e um empate.

No campo, definirão quem briga para subir.


E não será surpresa que o sucesso de um, possa resultar na pá de cal do outro.


Na foto, estádio Douradão lotado para acompanhar o Leão da Fronteira (Reprodução/Facebook)

sábado, 14 de setembro de 2013

Ávalos, o Túlio Maravilha de Dourados

Ele foi confirmado e anunciado, mas não jogou.

Ávalos, zagueiro com passagem pelo Santos, atuaria pelo União Inter-Flórida neste estadual da Série B.

A ideia do gestor e técnico Henrique Barbosa era atrair torcida para o time amador que usa a vaga do União de Campo Grande desde o ano passado na disputa profissional.

Nada melhor que usar o nome de um campeão brasileiro.

Além dele, Viola chegou a ser cogitado – porém, não teve a confirmação treinador.

O zagueiro viria para Dourados apenas nas partidas no Douradão.

Chegaria dois dias antes e embarcaria de volta a Curitiba, onde mora, em seguida.

Mas não apareceu.

A falta de público nos estádios para assistir a vazia e sem graça Série B foi usada como argumento para a desistência do negócio.

Porém, caso parecido aconteceu em Vilhena, Rondônia, envolvendo um jogador mais badalado, Túlio Maravilha, que busca o gol de número 1 mil.

Em março, Barbosa, então gestor de futebol do time da região Norte anunciou o jogador para a disputa do estadual.

Mas, através da rede social, o campeão nacional pelo Botafogo em 1995 negou qualquer acerto com o clube.

E mais, como postado no blog em agosto, as ‘parcerias’ feitas até aqui pelo gestor não tiveram o sucesso desejado.

Em 2012, Henrique ficou menos de dois meses à frente do Lemense, time que disputou a Série B-1 do Paulista e não conseguiu desenvolver o projeto.

No Vilhena, 40 dias foi o tempo limite para o gestor entrar e sair em seguida.

E caso não consiga a classificação para a próxima fase do sul-mato-grossense, o gestor acumulará o terceiro fracasso seguido sem completar dois meses de trabalho.


*Na foto, Túlio Maravilha comemora o título nacional de 2005 pelo Botafogo

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

E a porrada rolou solta na entrada do Douradão...


Poucos viram, mas quem viu relatou....


A porrada rolou solta na portaria do Douradão, sábado.

Tudo porque supostos atletas do Ubiratan queriam assistir União e Guaicurus sem pagar.

Segundo gente que estava ali, dois, do grupo de quatro pessoas, portavam as devidas carteirinhas de identificação, comprovando jogar no clube.

Os outros não.

Na dúvida, a medida foi a seguinte: ‘Aquele que não tem identificação, compre o bilhete da geral que deixo todos ficarem nas cadeiras’.

Até ai tudo bem.

O problema foi na hora de entregar o ingresso.

Um deles teria empurrado o bilhete no peito do cidadão da portaria e dito: ‘Toma essa merd#@*&’!

Foi o estopim para o bate boca que resultou em ‘vias de fato’.

Os lados negam, mas gente da federação confirmou o fato.

No final, 190 pessoas assistiram ao jogo faltoso e pouco criativo que terminou empatado em um gol.


sábado, 24 de agosto de 2013

Árbitro relata na súmula quatro expulsões após confusão no Douradão

A Comissão de Arbitragem da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) divulgou apenas ontem (23) a súmula eletrônica da partida de sábado passado (17), entre Ubiratan e União.

O confronto marcou a estreia das duas equipes na segunda divisão estadual e também chamou a atenção não só pela volta do Leão da Fronteira ao futebol profissional depois de 11 anos, como também pela confusão que se envolveram os atletas no final do jogo.

O placar terminou com vitória do Ubiratan por 1 a 0, gol de Alê aos 45 minutos da segunda etapa e segundo o árbitro Gilson Gonçalves dos Santos, três jogadores e o técnico do União, Henrique Barbosa foram expulsos.

Pelo Leão, o atacante David e o zagueiro Fabrício Freitas – que estava no banco de reservas – acabaram excluídos do campo.

Eles são acusados de trocar empurrões com Toto e o técnico Henrique Barbosa, respectivamente.

Já o treinador do União foi citado ainda por ter xingado e realizado, segundo o árbitro do jogo, gestos obscenos aos torcedores que compareceram ao Douradão.

Após o gol que deu a vitória ao Ubiratan, Barbosa correu em direção ao assistente Marcos dos Santos Brito para reclamar e acabou trombando contra jogadores do Ubiratan que comemoravam o gol.

O treinador acabou caindo, inflamando a confusão que envolveu vários atletas.

Apesar do empurra-empurra, apenas os três atletas foram expulsos e desfalcam seus times nos duelos contra o Guaicurus, ainda pelo primeiro turno da fase classificatória.


O União joga no dia 1º de setembro no Douradão, enquanto o Ubiratan viaja três dias depois para a capital.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Série B tem jogo com 53 pagantes e renda deficitária de R$ 1,4 mil

A Série B do estadual começou no sábado passado (17) e a média de 361 torcedores por jogo só não foi pior porque o Ubiratan retornou após 11 anos afastado das atividades profissionais.

Com 964 presentes – 225 não pagaram –, o Douradão recebeu o maior público na vitória do Leão sobre o União.

Foi também a maior renda, R$ 8.475, sobrando líquido pouco mais de R$ 5,6 mil.

No Olho do Furacão na capital, o pior.

Apenas 53 pagaram para assistir a estreia de Campo Grande e MS Saad.

Pior que o público, só a renda, e ‘bota’ pior nisso.

Com os bilhetes vendidos, a diretoria arrecadou R$ 470.

Mas, as despesas, somaram R$ 1.895,46, de acordo com o borderô divulgado pela FFMS. Só com o aluguel do campo foram R$ 800.

Uma conta deficitária de R$ 1.425,46.

Nos outros dois jogos, a história do Olho do Furacão se repetiu.

Em Coxim, brutos R$ 800 arrecadados com 210 presentes – 50 sem pagar.

Já em Camapuã, 168 pagaram R$ 2 para o duelo do time da casa contra a Portuguesa, rendendo R$ 336.

A expectativa é que a rodada deste final de semana ajude a aumentar os números que condizem com o momento vivido há anos pelo futebol sul-mato-grossense, que é de baixa.

As fichas serão apostadas no Operário de Campo Grande, que como o Ubiratan, retorna ao profissionalismo.

O Galo – maior campeão estadual com 10 títulos – terá pela frente o MS Saad, domingo, às 15h no Morenão.

Resta saber, se como o time, a torcida também retornará ao estádio.



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Era uma vez... Parte II

"Você me chamou para esse pagode,

e me avisou: "Aqui não tem pobre!"

Até me pediu pra pisar de mansinho, porque sou da cor, eu sou escurinho...

Aqui realmente está toda a nata: DOUTORES, SENHORES, até MAGNATA

Com a bebedeira e a discussão, tirei a minha conclusão..."

Grande Bezerra da Silva....

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Era uma vez... um voador de (R$) 100 mil

Uma lâmina voou a (R$) 100 mil por hora em Dourados.

Quando a caneta ‘escorregou’, o destino era um.

Mas... acabou seguindo rumo contrário.

Ninguém sabe, ou sabe? Ninguém viu, ou viu?

O fato é que dívidas se acumularam e gente bem intencionada, ou não, ficou sem receber.

Para duas partes, em meio a 19, o ‘voador’ rendeu, e muito.

Mas deve render ainda mais nos próximos dias, quando a cópia do documento for pedida no banco.

O carimbo vai acusar e cabe até perguntar...

Quem disse que o futebol não é lucrativo no Mato Grosso do Sul?

É retorno garantido.

Dinheiro fácil.

Principalmente para quem olha o futuro

Sempre em  números pares, é claro [2014, 16, 18 e assim vai]

E assim caminha o profissionalismo.

Dependendo do que acontecer até novembro.


No ano que vem, douradense não terá time para torcer.